March 26, 2012

Ouvindo Blonde on Blonde, de Bob Dylan, e pensando na minha loira

March 25, 2012

Descanso em excesso pode ser prejudicial à sanidade.

March 15, 2012

O amor é bonito quando em doses controladas

March 15, 2012
Por que Nicholas Sparks é tão ruim?

Por que Nicholas Sparks é tão ruim?

March 15, 2012
Novo corte

Novo corte

March 15, 2012

Love

March 15, 2012
Voar, voar, subir, subir

Como abordar no teatro infantil um tema tão delicado como o luto? É o desafio que o autor e diretor Cleiton Echeveste assume em “Cabeça de vento”, que estreia amanhã no Centro Cultural Justiça Federal. No espetáculo, Leonardo (Jan Macedo) é um menino imaginativo que aprendeu a gostar de soltar pipas com seu recém-falecido pai (Eduardo Almeida). Um dia, ele se perde num bosque, onde encontra personagens históricos de um livro que ambos costumavam ler, como Ricardo Coração de Leão e Benjamin Franklin. São os objetos — livro e pipa — que ajudarão Leonardo a construir uma identidade longe da figura paterna.

— É uma mensagem de esperança e de afirmação — conta Echeveste.

Destaque para o cenário feito com bambus, que recriam o bosque onde Leonardo se perde.

(Matéria minha que vai sair nesta sexta-feira no Rio Show)

March 15, 2012
Muito fodão

Muito fodão

February 26, 2012
Soneto de Orfeu

Tudo de amor que existe em mim foi dado
Tudo que fala em mim de amor foi dito
Do nada em mim o amor fez o infinito
Que por muito tornou-me escravizado.

Tão pródigo de amor fiquei coitado
Tão fácil para amar fiquei proscrito
Cada voto que fiz ergueu-se em grito
Contra o meu próprio dar demasiado.

Tenho dado de amor mais que coubesse
Nesse meu pobre coração humano
Desse eterno amor meu antes não desse.

Pois se por tanto dar me fiz engano
Melhor fora que desse e recebesse
Para viver da vida o amor sem dano.

(Vinicius de Moraes)

February 25, 2012
Sossega, coração!

Sossega, coração! Não desesperes!
Talvez um dia, para além dos dias,
Encontres o que queres porque o queres.
Então, livre de falsas nostalgias,
Atingirás a perfeição de seres.

Mas pobre sonho o que só quer não tê-lo!
Pobre esperença a de existir somente!
Como quem passa a mão pelo cabelo
E em si mesmo se sente diferente,
Como faz mal ao sonho o concebê-lo!

Sossega, coração, contudo! Dorme!
O sossego não quer razão nem causa.
Quer só a noite plácida e enorme,
A grande, universal, solente pausa
Antes que tudo em tudo se transforme.

(Fernando Pessoa)

Liked posts on Tumblr: More liked posts »